O desprendimento aos bens terrenos é um dos principais entraves ao nosso crescimento espiritual e moral,na medida que suprimimos nossas faculdades afetivas, transportando-as, sobre as coisas materiais.
Sejamos honestos, a riqueza traz a felicidade sem culpas?
Deus aprova quem, através de um justo e honrado trabalho, acumula fortunas e através dela tenha satisfação.
O que ele não quer, que tenhamos apego aos bens materiais, de tal forma, que, eliminemos todos os sentimentos e paralisems os impulsos do coração.
Quem tem e quer dar, deve fazê-lo sem ostentação, para quem a receba, não se sinta humilhado.
Este é um exercício da caridade, santa e salutar virtude, dada por Deus.
Importante sempre nos lembrarmos, que, tudo vem de Deus e a ele retorna.
Se nós tivermos um amigo que nos empresta um dinheiro, por menor honestidade que tenhamos, não só ficaremos agradecidos, como também iremos honrar nosso compromisso.
De tal maneira deveremos agir, tendo como amigo celestial Deus, que nos empresta a riqueza nesta vida, para que possamos devolver não só com amor e reconhecimento, mas tambem que sendo ricos, darmos aos pobres, que são seus filhos, tanto quanto nós.
O homem de posse, na maioria das vezes tem um sentimento que o apega a matéria: o egoísmo.
Esbanjar a fortuna não é desapego aos bens terrenos, mas negligência e indiferença.
Deus dá a fortuna, para quem lhe parece bom para poder gerí-la em proveito de todos.
O rico tem uma missão: poder torná-la bela e proveitosa, e rejeitar a fortuna quando Deus nós dá, é renunciar o benefício do bem que se pode fazer em administrando-a com sabedoria.
A grande mensagem, que quero deixar, é: Saibamos nos contentar com pouco.
Se somos pobres, não invejemos os ricos, porque a fortuna não é necessára a felicidade; se somos ricos, não duvidemos que estes bens nos são confiados, e que deveremos justificar seu emprego, como sendo tutores.
Não sejamos depositários infiéis, fazendo a fortuna servir ao nosso orgulho e nossa sensualidade.
Nâo podemos dispor para nós, aquilo que é somente um empréstimo.
Senão sabemos restituir, não temos o direito de pedir, e lembremo-nos, que aquele que dá aos pobres se quita da dívida que contrai com DEUS.
Nestor
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